Ilha do Príncipe

Junho 2016

Marco Nunes Correia
Marco Nunes Correia
Pedro Salgado
Pedro Salgado
João Catarino
João Catarino
João Catarino
João Catarino
Marco Nunes Correia
Marco Nunes Correia
Pedro Mendes
Pedro Mendes
Pedro Salgado
Pedro Salgado
José Paula
José Paula
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Mendes
Pedro Mendes
Marco Nunes Correia
Marco Nunes Correia
João Catarino
João Catarino
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Luís Quinta
Luís Quinta
Pedro Mendes
Pedro Mendes
José Paula
José Paula
São Catarino
São Catarino
José Paula
José Paula
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
Luís Quinta
José Paula
José Paula
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
João Catarino
João Catarino
João Catarino
João Catarino
José Paula
José Paula
José Paula
José Paula
João Catarino
João Catarino
José Paula
José Paula
Pedro Mendes
Pedro Mendes
João Catarino
João Catarino
João Catarino
João Catarino
Pedro Mendes
Pedro Mendes
Luís Quinta
Luís Quinta
José Paula
José Paula
João Catarino
João Catarino
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Luís Quinta
Luís Quinta
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
João Catarino
João Catarino
João Catarino
João Catarino
José Paula
José Paula
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Luís Quinta
Luís Quinta
Pedro Salgado
Pedro Salgado
João Catarino
João Catarino
José Paula
José Paula
João Catarino
João Catarino
João Catarino
João Catarino
Pedro Mendes
Pedro Mendes
Pedro Salgado
Pedro Salgado
Pedro Mendes
Pedro Mendes
Marco Nunes Correia
Marco Nunes Correia
Luís Quinta
Luís Quinta

As ilhas atlânticas do Golfo da Guiné estendem-se ao longo da falha geológica dos Camarões, onde se formaram por erupções no período terciário. A Ilha do Príncipe, batizada por D. João II em honra do príncipe Afonso de Portugal, é um maciço vulcânico de complexa topografia onde sobressaem picos e maciços basálticos e se espraiem costas rochosas de antigas escorrências de lavas vulcânicas. Marginada de praias de areia clara, a ilha tem um coberto de floresta equatorial húmida luxuriante onde abundam as plantas e animais endémicos, fruto do seu isolamento. Cerca de metade da ilha é atualmente Reserva da Biosfera da Unesco. A população humana concentra-se na pequena capital administrativa de Santo António, por pequenas e dispersas aldeias piscatórias costeiras e por antigas roças de cacau e café.

Costa

No Príncipe o Grupo do Risco teve o apoio da Reserva da Biosfera e da Fundação Príncipe Trust. Na costa visitaram-se aldeias de alegres pescadores em praias onde deambulavam vacas e porcos. Noutras o suave marulhar esbatia-se em areias claras bordejadas de rochas negras e coqueiros. O mar irrequieto transportou-nos a praias remotas e ilhéus retorcidos de nomes bizarros.

Santo António

Santo António é uma pequena grande cidade, emoldurada por montanhas de densa vegetação e onde tudo é leve-leve. Em cada esquina um novo ângulo ou perspetiva. No velho mercado do peixe trocava-se lixo de plástico por bonitas e funcionais garrafas de alumínio.

Roças

As roças são um dos motores de desenvolvimento e criação de oportunidades para modernas vivências. A floresta engoliu-as e agora recuperam-se aos poucos para novos usos. Mas o velho cacau surge de novo e mantém a tradição.

Floresta

As florestas do Príncipe são densas e majestosas, estendendo-se por orogenias escarpadas. O Grupo do Risco seguiu trilhos e percursos acidentados, ouvindo o chilrear de aves raras e deleitando-se com a miríade de plantas que fazem a insondável consistência botânica do Príncipe.

Participantes:

João Catarino, José Paula, Luís Quinta, Marco Nunes Correia, Pedro Mendes, Pedro Salgado